
Tu és a matéria plástica de meus versos, querida...
Porque, afinal,
Eu nunca fiz meus versos propriamente a ti:
Eu sempre fiz versos de ti!
(Mario Quintana;
Velório sem defunto, 1990)
Porque, afinal,
Eu nunca fiz meus versos propriamente a ti:
Eu sempre fiz versos de ti!
(Mario Quintana;
Velório sem defunto, 1990)
Ai que lindas palavras de Quintana!
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